Acção Social da Universidade Lusíada

Faço parte da ASUL desde 1992 e foi durante vários anos uma espécie de alfa e ómega da minha vida estudantil, a própria universidade fazia parte da ASUL e não o contrário. Nela abandonei uma religiosidade que nunca saíra do superficial cumprimento dos deveres e ritos, para uma prática diária, física e mentalmente exigente, de uma religiosidade virada para as necessidades do próximo.

O nosso lema era e é “Tudo o que não se dá, perde-se” mas não deve haver um único “asul” que não tenha vindo de lá convencido que esteve longe de dar nas proporções que recebeu. Em Portugal ou em Cabo Verde, este grupo foi sobrevivendo às saídas dos que entretanto acabavam o seu curso, casavam ou inciavam uma vida profissional e foi especialmente gratificante olhar para os novos “asuis”, 15 anos mais novos, que hoje levam o projecto por diante.

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