Quanto eu digo que te vou à tromba não é bem assim. Não é que tenhas tromba.

Fiquei com uma boa relação com o seu accionista (Paulo Azevedo) e vamos ver se isso não se altera, disse José Sócrates a José Manuel Fernandes na altura em que o jornal Público decidiu publicar as notícias sobre a licenciatura do primeiro-ministro (Expresso, 20.09.2008: 14).

A ERC, não por uninanimidade e com muitos protestos nessa altura, achou que este tipo de atitudes enquadravam um tipo de pressão natural, aceitável até. Tão aceitável que foram necessários 9 meses para o relatório ver a luz do dia.

Paulo Gorjão tem toda a razão, se isto não é intolerável eu não sei o que é pressão e sou, pelos vistos, um exagero de sensibilidade, sou um vidrinhos!

Eu acho, mas já vi que sou hipersensível da treta, que um PM confrontado com este tipo de passado devia explicações muito claras ao povo português, mas then again eu  também sou demasiado sensível.

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Uma resposta to “Quanto eu digo que te vou à tromba não é bem assim. Não é que tenhas tromba.”

  1. Isto não se altera (2) « O Insurgente Says:

    […] Portugal — André Azevedo Alves @ 11:22 pm Claustrofobia democrática. Por Paulo Gorjão. Quanto eu digo que te vou à tromba não é bem assim. Não é que tenhas tromba. Por Afonso Azevedo […]

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