As sirenes

Quando mudei para Sintra, há oito anos, foi sobretudo a ausência de barulho que me espantou. Literalmente dava-me cabo do sono, parecia-me na altura ser bastante mais fácil dormir com o som de duas dúzias de ambulâncias por noite do que o raio daquela folhinha a arrastar pelo chão lá fora que me punha os cabelos da nuca em pé. Obviamente hoje sucede o contrário.

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