Timing e estratégia

Paulo Gorjão, tem feito uma série de posts sobre a liderança de Menezes/Santana ou a ausência dela e ainda bem.

A liderança bicéfala de que tanto se falou é, até ver, totalmente inexistente e se as presidenciais abertas de Santana não o provaram já a auditoria de Menezes (que interrompeu as referidas passeatas) deixou bem claro que tal coisa não existe. Existe sim um equilíbrio muito complicado entre duas pessoas que não estavam destinadas a trabalhar juntas.

Apenas uma coisa os une neste momento: adversários comuns. Quem não quer Menezes também não quer Santana.

Por exemplo, Aguiar Branco ajuda Menezes a vitimizar-se perante as bases (são estas que votam) porque ao mesmo tempo não se compadece com a liderança de bancada de Santana, não quer nem um nem outro. Só que não pode vencer contra os dois e ou espera que Menezes perca o pé e rebente com esta coligação de interesses entre ele e Santana ou tem de provar a Santana que tem mais a ganhar com outra liderança. Até agora nem uma coisa nem outra.

A oposição a Menezes tem de melhorar muito o seu timing e estratégia.

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