Não vivemos tempos para optimistas ou melhor não se vivem tempos para gente que confia no futuro.

Em Portugal, os portugueses, gostam muito de ser “gente que confia no futuro” quando, obviamente, está tudo lixado. Quando está tudo bem somos o inverso e o mundo é pior que “merda de gato”., quando o mundo está claramente a cheirar mal é então que o português olha para as cartas que tem e pensa que pode ser que o baralho lhe traga qualquer coisa. Sempre assim e isso tem consequências: não mexemos uma palha para modificar o jogo.