Arquivo de Fevereiro, 2010
Diário de Campanha IV
Fevereiro 26, 2010Diário de Campanha II
Fevereiro 25, 2010Diário de Campanha I
Fevereiro 25, 2010Diferenças
Fevereiro 25, 2010Uma das evidentes diferenças entre os três candidatos ao PSD é que só um deles não se apresentou em reacção a uma qualquer candidatura já existente. Passos Coelho foi o primeiro a apresentar-se nas últimas directas e o mesmo fez agora, teve mesmo de esperar algum tempo até que Paulo Rangel, herdeiro designado da presente direcção, sentisse que tinha condições para avançar. Sendo certo que tanto Rangel como Aguiar-Branco o fazem em reacção a uma candidatura já existente e nunca foram capazes de evitar que boa parte dos seus apoiantes nada mais têm para apresentar ao PSD em termos programáticos que a sua oposição a Passos Coelho.
Rupturas interiores
Fevereiro 22, 2010A Nova Picareta
Fevereiro 21, 2010Rangel começou mal a sua disputa para liderar o PSD, começou por trair quem lhe deu a mão: Aguiar-Branco.
Rangel começou mal a sua disputa para liderar o PSD. Começou por trair quem lhe deu a mão para chegar onde chegou, apunhalando um homem impoluto e responsável que tem sido o esteio da sensatez nesta direcção à deriva do PSD: Aguiar Branco. Depois de insultar Portugal no Parlamento Europeu, julgávamos nós por causa de Sócrates, viemos a saber que não passou de uma manobra para colocar os holofotes sobre si e lançar uma candidatura, apoiada por faces ocultas que manobram o aparelhismo do partido. Vasco Pulido Valente celebrizou Guterres ao pressenti-lo como uma ‘picareta falante’. E era verdade.
Guterres era uma cascata de palavras que depois não tinha consequência nos actos e tal política levou–nos ao pântano. Mas Guterres era um homem moral. Rangel é a nova versão da ‘picareta’ mas não se lhe vê aquilo que se espera do futuro político para sairmos desta sarjeta em que procuramos não ir ao fundo. Fala, fala, diz, desdiz. Afirma que viveu o 25 de Abril com intensa paixão. É falso. Tinha seis anos de idade, se é que não falseou a sua própria identidade, e aos seis anos ninguém tem paixões e talentos. A música de Rangel desafina. Desmente até ao limite que jamais abandonará o PE. Desmente qualquer hipótese de candidatura. Desmente que foi militante do CDS, como se daí viesse mal ao mundo. E dizendo-se a ruptura, é o compromisso com aquilo que de mais tenebroso mixordeia nos corredores clandestinos do poder. Continua sem revelar uma única ideia que não seja uma fome insaciável de poder, sujeito a um tacticismo que dá cartas, sem piedade. O verdadeiro Palrador da República. O PSD que o apoia continua a viver o delírio das ficções ao recordar uma vitória eleitoral a feijões. Vitória que muito se deveu ao apoio de parte dos amigos que agora traiu. Um projecto feito de raivas pessoais, ataques ao carácter, não por ideias ou ideais, mas contra pessoas.
Se esta aventura tiver sucesso, Paulo Portas deixará de ser a direita do Parlamento. Se muitos eleitores do PSD já se reviram, no último acto eleitoral, no seu programa, Portas tem o caminho aberto para chegar a segundo partido. O que é uma mágoa. Fique claro. Apoio Passos Coelho porque é a ruptura geracional que o PSD teimou em não fazer, mas não posso deixar de celebrar a honradez e o apreço por Aguiar Branco. Sou independente e pago um preço caro por isso. Mas durmo com a consciência tranquila. Jamais votarei em projectos de poder pessoal.
Passos Coelho expressa solidariedade com a Região Autónoma da Madeira
Fevereiro 20, 2010‘Neste momento doloroso para a Região Autónoma da Madeira e para Portugal, devido à grave catástrofe que destruiu dezenas de vidas humanas e lançou um manto de tragédia e dor sobre esta Região, quero expressar a minha solidariedade pessoal aos madeirenses, particularmente a todas as vítimas deste desastre tão grave. Quero, ainda, de forma amiga, manifestar as minhas condolências às famílias enlutadas e a todos madeirenses que neste momento sofrem pela perda de amigos e dos seus haveres pessoais.
Manifesto a inteira solidariedade ao Presidente do Governo Regional da Madeira, aos Autarcas, aos serviços de Protecção Civil regionais, a todos os cidadãos envolvidos nas operações de salvamento. Nesta hora tão difícil, tenho a certeza de que o Governo Regional, assim como dos Presidentes das Câmaras mais atingidas pela tragédia minimizarão as terríveis perdas deste dia e reforço a importância do apoio exigível ao Governo da República, assim como da União Europeia, para superar este momento particularmente difícil para esta Região.
Pedro Passos Coelho
Convinha alguma noção
Fevereiro 19, 2010(…)
Paulo Rangel, como se percebe, já pensa em eleições. Não se cansa, aliás, de repetir: «E eu sei do que falo, porque ainda recentemente ganhei umas». As europeias de Junho, recorde-se, contra o candidato Vital Moreira do PS.
Nesta sua euforia autoglorificadora, Rangel omite alguns factos não completamente irrelevantes. Primeiro, que ganhar eleições para o Parlamento Europeu não é propriamente uma proeza política só ao alcance dos predestinados. As europeias são até apontadas, em ciência política, como as eleições que mais potenciam o voto de protesto contra o Governo em funções. Ele apenas repetiu o que já haviam feito Sousa Franco em 2004, nos últimos dias do Governo Durão Barroso, ou António Vitorino em 1994, na recta final do cavaquismo. Segundo: antes de Rangel, já António Capucho, em 1989, ou Santana Lopes, em 1987, haviam ganho eleições para o Parlamento Europeu – e com votações do PSD mais confortáveis do que os seus exíguos 31,7 %
the game’s afoot
Fevereiro 18, 2010Todos pela Liberdade
Fevereiro 9, 2010
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